Também podemos mudar de ideia.
Custa voltar atrás quando investimos tanto numa escolha.
Custa voltar atrás quando investimos tanto numa escolha.
Um pedido ao qual dizemos que sim, apesar do cansaço. Uma conversa para a qual já não temos espaço. Um compromisso que aceitamos porque nos custa desiludir.
Enchemos a agenda. Pegamos no telemóvel. Resolvemos problemas que nem são nossos. Dizemos que estamos bem porque ainda não encontrámos palavras para dizer outra coisa.
Talvez porque aprendemos demasiado cedo a associar autonomia a força. Crescemos a acreditar que ser capaz significa resolver, suportar e continuar — sem incomodar ninguém com aquilo que sentimos.
Há pessoas que se habituaram a ouvir:
Nem sempre é porque não queremos falar.
Os acontecimentos têm impacto. Mas aquilo que realmente determina a forma como nos sentimos é a interpretação que fazemos deles.
Comparar faz parte da natureza humana. Mas, quando a comparação se torna um hábito, deixamos de olhar para a nossa própria caminhada.
Ficar preso ao sofrimento….. não tem de fazer parte.
Querer que todos gostem de nós é um objetivo impossível.