Antes compreender do que ser compreendido.
Há uma tendência silenciosa — e profundamente humana — de querermos ser compreendidos antes de fazermos o esforço real de compreender. É quase instintivo. Queremos ser vistos, validados, reconhecidos na nossa dor, nas nossas intenções, nas nossas razões. Queremos que o outro perceba o que sentimos, mesmo quando não o sabemos expressar com clareza.





